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Bonner – o tio do Twitter

março 7th, 2010

Que  o Twitter acabou sendo do agrado de celebridades não há o que  se discutir. Os desenvolvedores decidiram até verificar as contas que diziam ser pessoas famosas, a fim de atestar a veracidade de quem a pessoa diz  ser.

Esta semana, o fenômeno do Twitter, foi o não menos respeitado William Bonner do JN. Twiteiro assumido, Bonner até perde umas horas de sono para tirar o “stress” twitando.

Bonner twitando.

Bonner twitando.

Conhecido e reconhecido há muito tempo  como apresentador  e  editor-chefe do Jornal Nacional, William Bonner mostra o seu  lado descontraído e bem humorado no  Twitter.  Foi essa combinação que resultou na  sua premiação no Shorty Awards, que  acabou sendo conhecido como o “Oscar” do  Twitter.

Página de votos para Bonner no ShortyAwards

Página de votos para Bonner no ShortyAwards

Saiba mais assistindo a entrevista dada por William  Bonner sobre ser Twiteiro.

Ah! Quer saber por que Tio Bonner? Assista o vídeo!

Outra premiada no ShortyAwards foi a aclamada cantora Ivete Sangalo.

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Vivemos julgando as pessoas

fevereiro 26th, 2009
Não costumo postar textos de outrem na íntegra. Mas achei muito bom este, dispensa meus comentários. Foi publicado no site da Ana Maria Braga. É de Letícia Thompson

Como expectadores da vida alheia, julgamos diariamente os gestos e atitudes do nosso próximo.

Quem diz que nunca julga, não é honesto consigo mesmo. Quando fazemos um comentário, qualquer que seja, estamos julgando. 
Cada vez que exprimimos uma opinião pessoal sobre alguma coisa, fato ou alguém, estabelecemos um julgamento, justo ou injusto.
E quando somos nós o centro da platéia, pedimos clemência, tolerância, imploramos interiormente para que se coloquem no nosso lugar e tentem entender nossas ações ou reações. 
Colocar-se no lugar do outro para entendê-lo, seria entrar no seu coração e alma, sentir suas emoções, vestir sua pele. Impossível… 
Cada um de nós é único e mesmo aquelas pessoas que mais amamos não nos transferem suas dores tais e quais. Sentimos sim, quando sofrem, mas por nós, porque nossa própria alma se entristece.

Deveríamos, todos, possuir um espelho da alma, para que pudéssemos nos olhar interiormente antes de julgarmos outras pessoas. Sentiríamos, provavelmente, vergonha dos nossos pensamentos. Por que nosso próximo é tão exposto às imperfeições, falhas, pecados, más ou boas decisões, quanto nós. 
Se houvesse uma câmera capaz de revelar aos outros nossos pensamentos diários, iríamos estar sempre fugindo dela… Por quê? 
Porque ante a possibilidade de que seja revelado nosso eu, seríamos muito mais honestos conosco. Isso nos tornaria, talvez, mais tolerantes e mais humildes.

Quando alguém sofre porque está atravessando por um caminho pedregoso, dói nessa pessoa não somente a passagem por esse caminho, mas também o olhar dos outros, que condenam sem piedade, as línguas ferem mais profundamente que facas e punhais.

As pessoas se esquecem facilmente que tiveram um passado que, mesmo se correto, nunca foi um lago de água transparente, porque puras, só as criancinhas… 
E ninguém pode dizer o que virá amanhã, se houver amanhã.

Ninguém está ao abrigo das chuvas repentinas da vida, das torrentes que podem levar tudo, dos males que podem atingir o corpo e, às vezes, a mente. 
Apenas um minuto e tudo pode se transformar. 
Então… Melhor exercer a tolerância, a bondade, a compaixão, antes de julgarmos se outros estão certos ou errados, se têm ou não razão.

E quando a tentação for grande de olhar o que se passa com outros, bom mesmo é se lembrar do espelho que deveria retratar nossa imagem interior que pediria, certamente, compreensão.

E como não sabemos o que o amanhã nos reserva, vivamos o dia de hoje com sabedoria, coração amoroso para com o próximo e olhar voltado para o alto.

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Administrando problemas: pouse o avião de sua vida com segurança

fevereiro 3rd, 2009
Às vezes não entendemos porque as coisas acontecem e como acontecem. O fato é que acontecem. O cuidado que devemos tomar é o de não transformar um problema em um problemão, apenas o dimensionando em nosso psicológico. As crises sociais ou familiares aumentam simplesmente por existir pouco ânimo para apaziguar e muito para inflamar as coisas.
Mas, de quem é a culpa? Todos assumem o papel de vítima e, em uma análise mais profunda todos o são. Na resolução de um problema, aquele que está com a mente mais arejada e consegue controlar seus sentimentos é o que tem chances de formar estratégias para vencer a intempérie.
A 30 mil pés, dentro de um avião em pane, as pessoas se desesperam. Aquilo pode custar a vida delas, mas só os pilotos com sua experiência, seu contato com a torre (quando possível) e um eficaz controle dos sentimentos pode pousar o avião. Imaginou se esse piloto entrar em desespero e gastar a sua preciosa vida (que pode durar apenas alguns minutos mais) dizendo para si mesmo e para os outros que aquilo não deveria estar acontecendo? Quando o homem se desespera age por instintos, um piloto em situação de adversidade não pode agir por instintos, deve pensar em estratégias, aquelas que não deram certo devem ser deixadas de lado e outras devem ser tentadas.
Quero deixar aqui a seguinte mensagem: Quando você estiver em meio a um problema, não procure ou aponte culpados, essas atitudes só causam stress e roubam seu tempo de pensar em estratégias salvadoras. Ninguém consegue tomar boas decisões estando sobre a pressão do stress, então, a primeira coisa a fazer é manter a cabeça fria. Na sequência, tentar listar (de preferência com papel e caneta) quais são os problemas reais e porque eles são problemas (lembrando da regra de não apontar culpados, mas analisar situações). Agora com as situações-problema listadas fica mais fácil listar as possíveis soluções e montar estratégias para colocá-las em prática. É preciso lembrar que não há soluções mágicas e mesmo as melhores estratégias levam tempo para transformar as coisas, porém o comprometimento e a certeza de estar mudando estas coisas já é o suficiente para deixar o espírito em paz e é aí que começam as mudanças.
Vamos recapitular?
- Esfrie a cabeça;
- Liste quais são os problemas;
- Escreva porque eles são considerados problemas;
- Liste as possíveis soluções que lhe vier à cabeça (por mais idiotas que ela seja);
- Descreva estratégias para alcançar as soluções listadas.
- Pratique essas estratégias sempre procurando lembrar que mesmo em meio aos problemas existem sempre milhares de coisas que podem te deixar alegre e disposto.
Lembre-se de quando pensar em soluções estas devem trazer benefícios para todos os envolvidos, senão não será solução e sim transferência de responsabilidade.
Espero que este artigo seja de utilidade para muitas pessoas, a sociedade está doente e as pessoas já não consegue sorrir. É preciso curar.

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Dependência tecnológica – parte 1

janeiro 29th, 2009

Sexta-feira, 09 de novembro de 2007. Por volta das 17h fortes chuvas atingiram a região de Telêmaco Borba. Sexta-feira é o meu dia de folga, então, eu estava em casa. Pouco depois do início das chuvas houve uma queda de energia elétrica. Isso não nos preocupou tanto, pois é comum os apagões quando há chuvas fortes, porém em menos de duas horas a Copel consegue colocar tudo em ordem.

Às 21h já começavamos a ficar preocupados, sem banho quente, sem luz, sem tv, sem computador. O celular não tinha sinal. À luz de velas tentei sintonizar a rádio local no celular, sem sucesso, estava fora do ar. O que significava que o centro da cidade também estava sem energia elétrica. Sem notícias, à luz de velas. Pelo menos tínhamos gás para preparar comida e o consolo era que iríamos ter um jantar romântico, à luz de velas.

Meia-noite e já tínhamos perdido a esperança do restabelecimento da energia naquele dia, tomamos banho com água aquecida no fogão.

Sábado é o dia que trabalho de manhã e a tarde (de segunda  a quinta meu horário é a tarde e a noite). Acordei, liguei o interruptor, 7h da manhã, sem energia. Ao tentar contato com uns amigos fiquei sabendo que o problema era grave (parece que tinha caído uma torre de transmissão em Ortigueira) e a Copel estava trabalhando no caso. A preocupação começava a aumentar, pois a torneira dava sinais de negar água. Os reservatórios não conseguem manter o abastecimento de água, sem energia elétrica, por muito tempo. Não fui ao trabalho, não havia nada a fazer (sou instrutor de informática e sem energia elétrica…).

A energia só foi reestabelecida por volta do meio-dia de sábado.  Foram as 18 horas mais preocupantes para a região. Não é preciso falar dos prejuizos com perda de alimentos perecíveis e outros danos consequentes do apagão. 18 horas em que pudemos perceber que temos algo que se tornou indispensável na nossa vida urbana.

Este é o primeiro post de uma série que pretendo escrever sobre a nossa “Dependência tecnológica”. A tecnologia trouxe conforto, tornou possível muitas coisas que, antes, era sonho. Porém, toda essa evolução tecnológica tornou-nos dependentes e vulneraveis. A tecnologia pode falhar, de um momento para outro, nem tudo o homem pode controlar ou resolver e, enquanto isso, catástrofes podem acontecer.

Acompanhe a segunda parte em breve.

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