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Posts Tagged ‘Passeio’

Página de fotos corrigida e atualizada

abril 17th, 2009

Olá amigos, por um erro meu na hora de editar o código de páginas, o link para a Pedalada de Reveillon mostrava a mensagem de que a página não pode ser encontrada. Isso já foi corrigido. Além da correção, foram adicionadas duas galerias: uma para a 1ª Pedalada de 2009 que ocorreu no início de fevereiro e uma para a 2ª Pedalada de 2009 que foi realizada na última sexta-feira da Paixão de Cristo.

Então, visitem, veja as fotos e divirta-se conosco. Em breve farei um relato destas últimas pedaladas.

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Canyon do Guartelá

março 5th, 2009

É muito bom estar em contato com a natureza e o Canyon do Guartelá é algo maravilhoso. No ano passado estive visitando o Parque Estadual do Canyon do Guartelá, que fica há 20 km de Tibagi, em direção a Castro. O Parque é área de preservação do 6º maior Canyon do mundo em extensão e único com vegetação nativa. Os visitantes do parque têm acesso à margem esquerda do rio Iapó.

Não há cobrança de entrada ou qualquer outra taxa. Ao chegar o visitante assiste um vídeo no Centro de Visitantes e pode conferir o mapa da trilha. O mapa abaixo é uma reprodução do mesmo. Para ver em tamanho maior clique na imagem.

Mapa da Trilha do Parque

Mapa da Trilha do Parque

Logo após assistir o vídeo os visitantes podem começar a descer para o Canyon, não é permitido fazer a trilha de carro, estes ficarão no estacionamento ao lado do Centro de Visitantes. a imagem que você vê abaixo é o início da trilha, calçada com paralelepípedo. Não há perigo de se perder, apenas não se deve sair da trilha, ao longo do Parque há diversos monitores com rádios de comunicação, para evitar qualquer problema.

Início da Trilha

Início da Trilha

Considerando ida e volta do Centro de Visitantes ao Mirante, a caminhada é de 4.530 metros e o tempo de duração da caminhada é de 2 ou 3 horas.

A descida é agradável, pois enquanto desce o visitante observa a vegetação, formações rochosas, pássaros, etc. Depois de 1.140 metros de caminhada o visitante chega a um sítio (onde poderá ver patos, galinhas, gansos, bodes, ovelhas, vacas) e prossegue por uma pequena trilha denominada Mato. Depois de uns 500 metros surgem os panelões, lugar interessante para dar uma refrescada no corpo.

A partir dos Panelões, o visitante pode optar por seguir em frente para o Mirante ou visitar as Pinturas Rupestres. Para as Pinturas é necessário solicitar um guia. Porém, seguindo em frente, um tempo depois o visitante chega ao Mirante que é o ponto culminante do passeio. Deste é possível observar a maravilhosa vista do Canyon. A imagem abaixo é de uma pedra ao lado do Mirante.

No alto

No alto

A imagem seguinte é vista apartir do Mirante.

O Canyon e o Iapó

O Canyon e o Iapó

Do Mirante é possível ver a cachoeira Ponte de Pedra de 200 metros de queda, mas distate. Para vê-la de perto é preciso voltar um pouco na bifurcação e seguir por um outro caminho. A Ponte de Pedra é uma ponte esculpida pela natureza e passa bem próximo à cachoeira. Hoje, devido ao desgaste causado pela passagem dos visitantes na pedra, não é mais permitido passar sobre ela, mas do alto de uma pedra ao lado é possível observar a cachoeira como na imagem abaixo.

Cachoeira

Cachoeira

O retorno terá de ser feito pelo mesmo caminho, depois de tanta descida, é hora de subir e subir. Por isso, é aconselhável que o visitante leve bastante água e descanse bem no Mirante antes de voltar. Outro elemento extremamente necessário é o protetor solar e boné ou chapéu, pois a caminhada é feita sempre a céu aberto.

O Parque abre para a visitação de quarta a domingo e, também nos feriados. Para outras informações ligue para (42) 3916 2150 ou 3916 2151.

Links com mais informações:

Informações sobre o Canyon no site da Prefeitura de Tibagi

Matéria sobre o Canyon no Terra e Asfalto

Site da UEPG sobre o Canyon

Guia sobre o Parque no Overmundo

Se você estava procurando sobre a Pousada Canyon do Guartelá clique aqui.

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1ª Pedalada de 2009

fevereiro 1st, 2009

1º de Fevereiro de 2009 - 1 mês depois da Pedalada de Reveillon pedalamos novamente. Desta vez pelo trajeto habitual. Eu, Daniel Machado, Daniel Mampian e Divonei combinamos a saída para as 8h da manhã, porém, como eu e Mampian não tínhamos feito os preparos durante a noite anterior atrasamos: só fomos sair 1 hora depois.

Os quatro pedalantes

Você que acompanhou o post sobre a Pedalada de Reveillon sabe que tivemos problemas por falta de água, desta vez fomos preparados. Divonei levou um garrafão de 5 litros só para ele. Eu e Mampian acomodamos em nossa caixa de isopor aproximadamente 4 litros e o Machado levou uma pet de 2l. Água não iria faltar.

Divonei e seu garrafão de água

Divonei e seu garrafão de água

Quanto à comida, os leitores bem sabem que caprichamos. E hoje não foi diferente: pedi a minha esposa que fizesse uma torta de banana, além disso, o Mampian levou algumas bolachas salgadas, outras doces e pirulitos-de-mascar, o Machado cuidou das barras de chocolate, bolacha recheada prestígio e um pacote de clube social, o Divonei ficou com o principal: 20 pasteizinhos de carne e bolachas salgadas recheadas com ervas finas e presunto. Para beber levei café e o Divo complementou com refrigerante de laranja e iogurte de morango. Você já deve ter percebido que a nossa pedalada não é para emagrecer, pois contém uma boa dieta de engorda.

Daniéis à mesa

Ao todo foram 16km de ida e volta, a saída oficial da Pedalada é logo depois do Conjunto São Francisco II, dali seguimos por estrada de chão rumo ao rio Tibagi, passamos pela torre retransmissora da Rádio Tropical FM e seguimos adiante.

Torre Tropical FM

Torre Tropical FM

Sempre pedalando com calma, empurrando a bike em algumas subidas, por fim chegamos ao Rio Tibagi. No ponto onde fomos a correnteza é forte e somente algumas partes da encosta dá para se molhar um pouco já que o rio está de cheia. Não gostamos de arriscar na água.

Rio Tibagi

Rio Tibagi

Os quatro pedalantes e o rio

Os quatro pedalantes e o rio

Nos refrescamos por um tempo e, por volta das 16h iniciamos o retorno. O sol ainda estava alto e foi preciso caprichar no protetor e tomar muita água. Chegamos à cidade ainda dia, por volta das 18h.

Pedalando

Pedalando

Chegando em São Francisco

Chegando em São Francisco

Como eu já disse no post da Pedalada de Reveillon, pretendemos sair com mais frequência, já que no ano passado fazíamos umas 2 pedaladas no ano. Provavelmente faremos ainda este mês a Pedalada de Carnaval.

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Pedalada de Reveillon

janeiro 4th, 2009

Um dos meus hobbies prediletos é pedalar e a bike é o meu meio de transporte para qualquer lugar, seja trabalho, passeio, etc. Assim, algumas vezes por ano, (feriados, normalmente) combino com meu cunhado e dois amigos (Daniel Mampian, Daniel Machado e Divonei) e fazemos uma pedalada ecológica, que sempre acaba em um rio.
No ano de 2008, foram 3, Pedalada da Independência, Pedalada da República e Pedalada de Reveillon. Esta ultima fizemos no 31 de Dezembro, neste dia resolvemos mudar um pouco a rota e pedalar alguns quilômetros a mais. Nas duas anteriores (Independência e República) pedalávamos em torno de 18 Km (ida e volta). Desta vez foram 18 Km só de ida. É nesta mesma estrada que eu e Daniel Machado nos aventuramos há alguns anos em direção ao município de Ortigueira (viagem esta que relatarei em um próximo post).
Agora, nós, o quarteto saímos por volta das 9 da manhã. O ponto onde nos reunimos para dar a partida foi em minha casa, a partir dali, uns 3 km pela rodovia e chegávamos no início da estrada de chão meia hora depois (claro que fizemos algumas paradas para fotos).

Ponto de encontro para a partida

Ponto de encontro para a partida

A Bagagem
O Daniel (cunhado) estava de bike nova (a outra estava morrendo) e colocou uma garupeira, improvisou uma caixa de grade e dentro dela colocamos uma caixa de isopor. O que tinha nessa caixa? Água, bananas e moricotes.
Já o Divonei desde a outra vez já utilizava uma caixa de isopor na bike. Nela havia muita água e leite (?????). É, leite mesmo, porque na mochila do Divonei tinha achocolatado em pó para o lanche. Além do achocolotado, 8 sanduíches de mortadela com mussarela. Fora isso, algumas bolachinhas recheadas e etc.

Nós e as bikes

Nós e as bikes


Eu, da mesma forma que meu cunhado, era a primeira vez que testava meu compartimento de bagagem acoplado à bike. Nele um pacote de bolacha do tipo “beijo bahiano“, um pacote de bisnaga e um bom tanto de geléia de mocotó. Na minha mochila, o precioso líquido, café. Nas outras pedaladas, sem os bagageiros, era terrível levar tanta coisa na mochilas, era uma tortura para a coluna.
O Daniel Machado ficou com o peso das ferramentas (alicate, chaves, etc), como ainda não colocou seu bagageiro, levou tudo nas costas.

O Trajeto
O tempo estava nublado, mas bastante seco. Pedalamos até as 11:30 e avistamos um local onde podíamos fazer uma parada para o primeiro lanche.

Almoço

Almoço


Neste ponto conferimos o mapa para ter certeza se estávamos perto da entrada para o rio Tibagi. Pouco depois prosseguimos, subidas e descidas, passamos por fazendas e pousadas. Bem próximo à um lugar chamado Estância Camargo, encontramos uma entrada, a qual de acordo com nossos cálculos chegaria ao Tibagi. Logo no início desta estrada tínhamos acesso a um riozinho, demos uma olhada e prosseguimos até chegar o Tibagi. Depois de algumas curvas chegamos lá. Era um ponto do rio que ainda não conhecíamos.
Rio Tibagi

Rio Tibagi


Como estamos em época de cheia e esta parte do Tibagi não tinha um bom lugar para “tirar uma casquinha” da água, só ficamos para fazer o segundo e mais importante dos lanches, pois já era. O Divo preparou o achocolatado e atacamos os sanduíches, bananas e bolachas.

Lanche da Tarde

Lanche da Tarde

O Espinho
Ao sairmos para voltar ao riozinho onde poderíamos nos refrescar, Divonei constatou que o pneu dianteiro de sua bike estava vazio. Um espinho tinha feito o serviço, mas como somos homens preparados, o remendo foi feito (os Daniéis fizeram um ótimo serviço).

Consertando a bike

Consertando a bike

O Riozinho
Chegamos ao riozinho por volta das 15h, onde pudemos entrar na água. É claro que era quase impossível ficar com o corpo todo dentro do rio, mesmo deitado, mas como a gente morre de medo de água e não sabe nadar, era um ótimo lugar. Ficamos até às 17h, comemos a geléia de mocotó, uma bolacha recheada, arrumamos a bagagem e partimos para o duro retorno.

Riozinho

Riozinho

Inconveniente
A pedalada foi muito boa, deu para curtir a estrada, a água, fizemos muitas fotos e vídeos, pneu furado não nos segurou, porém houve um inconveniente: faltou água para beber. Divonei levou 3 litros de água, eu, o Daniel e o Machado cometemos o erro de levar apenas 2 litros para os três. Levávamos isso quando íamos na outra rota de 9 km, chegava a faltar. Dessa vez, o impacto foi maior: sofremos uma desidratação, ao chegar em casa tomei bastante água e no outro dia acordei ainda sofrendo a falta de água, foi preciso muita água para voltar ao normal. Meu cunhado também apresentou os sintomas da desidratação, o Machado não sei dizer, mas acredito que deve ter sentido um pouco também.
Desse acontecimento uma lição: é preciso para uma pedalada dessa, no mínimo, 3 litros de água para cada indivíduo. Comida nunca esquecemos, mas é preciso lembrar que sem água o ser humano sobrevive muito menos tempo do que sem comida.

Próximas pedaladas
Nos anos anteriores fazíamos no máximo 3 pedaladas, em 2009 pretendemos fazer pedaladas mensais, buscar outras rotas, se preparar mais e, quem saber, agregar mais pessoas ao grupo.
Vejam todas as fotos na página de Fotos deste blog.

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