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	<title>Lufer Diz &#187; infância</title>
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		<title>Fragmentos de Infância</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 20:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[criança]]></category>
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		<description><![CDATA[Tudo é novidade, tudo é mágico! Na infância, o mundo se mostra colorido e brilhante. Ao mesmo tempo que algumas coisas nos assustam, outras nos vislumbram. Confiamos na proteção de nossos pais, os quais parecem ter o poder de nos proteger do pior monstro. Nós crescemos e dos acontecimentos na infância nos restam fragmentos de&#8230; <a class="continue_reading" href="http://luferdiz.com.br/2009/03/21/fragmentos-de-infancia/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tudo é novidade, tudo é mágico! Na infância, o mundo se mostra colorido e brilhante. Ao mesmo tempo que algumas coisas nos assustam, outras nos vislumbram. Confiamos na proteção de nossos pais, os quais parecem ter o poder de nos proteger do pior monstro. Nós crescemos e dos acontecimentos na infância nos restam fragmentos de lembrança. Neste post compartilho com vocês um fragmento da minha infância.</p>
<h4>As galinhas e o pedaço de carne</h4>
<p style="text-align: justify;">Não lembro que idade eu tinha, mas era bem pequeno, acredito que uns 3 anos. Minha mãe criava galinhas. No fundo do quintal tinha um galinheiro com telas de arame. Minha mãe estava almoçando e me deu um pedacinho de carne de boi. Peguei meu pedacinho e saí feliz, fui para o quintal olhar as galinhas. Havia galinhas vermelhas, brancas, entre outras. Havia também um galo. Eu gostava de olhar as galinhas, ver como ciscavam, como comiam, cacarejavam&#8230; Fiquei ali observando-as com o meu pedaço de carne na mão. Sem perceber aproximei-me bastante da tela. Uma galinha vendo a oportunidade meteu o bico pelo buraco da tela e saiu correndo com o pedaço de carne. Como é característico, correu para um canto do galinheiro, perseguida pelas outras que perceberam sua conquista. Ali devorou o meu único pedaço de carne. Corri para dentro choramingando para minha mãe:</p>
<p>- Mãe! A galinha me tomou.</p>
<p>- Porque você foi perto das galinhas. Agora não tem mais! Era o último pedaço! &#8211; advertiu-me minha mãe.</p>
<h4>Campeonato de Futebol</h4>
<p style="text-align: justify;">Eu gostava de brincar de futebol. Na verdade, eu mesmo não jogava futebol, mas meus feijões. Quando eu ajudava minha mãe a escolher feijão, eu sempre raptava alguns que seriam os jogadores para meus times. Ora eram os cariocas contra os pretos. Ora alguns branquelos contra os cariocas. Iam todos na carroceria da minha camionete cinza, de ferro. Chegando no local, acontecia o jogo. Mas, às vezes, para sair da rotina, eu provocava alguma briga entre os feijões (digo, os jogadores), ou então a camionete capotava na ida para o jogo. Fazia parte.</p>
<h4><em>E você? Tem algo a comentar de sua infância? Deixe o seu comentário.</em></h4>
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