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	<title>Lufer Diz &#187; criança</title>
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	<description>Tecnologia e Informação - Teologia e Religião</description>
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		<title>A história de Docinho14 e Meteoro123: perigo na internet</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 03:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[chat]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje, quero apresentar-lhe um texto que recebi por e-mail. Não sei se é verídico, porém exemplifica muito bem o quanto nossas crianças e até nós mesmo ficamos expostos na internet, correndo riscos inclusive contra a vida. Docinho14 e Meteoro123 Após deixar seus livros no sofá ela decidiu comer um lanche e entrar online. Conectou-se com&#8230; <a class="continue_reading" href="http://luferdiz.com.br/2009/07/22/a-historia-de-docinho14-e-meteoro123-perigo-na-internet/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje, quero apresentar-lhe um texto que recebi por e-mail. Não sei se é verídico, porém exemplifica muito bem o quanto nossas crianças e até nós mesmo ficamos expostos na internet, correndo riscos inclusive contra a vida.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Docinho14 e Meteoro123</h4>
<p style="text-align: justify;">Após deixar seus livros no sofá ela decidiu comer um lanche e entrar online. Conectou-se com o seu nome na tela:<br />
<strong><span style="color: #ff00ff;">“Docinho14:”</span></strong><br />
Revisou sua lista de amigos e viu que <span style="color: #0000ff;"><strong>Meteoro123</strong></span> estava conectado. Ela enviou uma mensagem instantânea:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff00ff;">Docinho14:</span></strong> <em>Oi. Que sorte que vc está aí! Pensei que alguém me seguia na rua hoje. Foi esquisito mesmo!</em><br />
<span style="color: #0000ff;"><br />
<strong>Meteoro123:</strong> </span>RISADA. <em>Vc assiste muita TV. Por que alguém te seguiria? Vc não mora em um bairro seguro?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff00ff;">Docinho14:</span></strong><em> Com certeza. rsrsrs. Acho que imaginei isso porque não vi ninguém quando virei.</em></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Meteoro123:</span></strong> <em>A menos que vc tenha dado teu nome online. Vc não fez isso, né?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff00ff;"><strong>Docinho14:</strong></span><em> Claro que não. Não sou idiota, vc já sabe.</em></p>
<p><strong><span style="color: #0000ff;">Meteoro123:</span></strong> <em>Você jogou vôlei depois do colégio hoje?</em><br />
<span style="color: #ff00ff;"><strong><br />
Docinho14:</strong></span> <em>Sim e ganhamos!</em></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>Meteoro123:</strong></span> <em>Ótimo! Contra quem?</em></p>
<p><span style="color: #ff00ff;"><strong>Docinho14: </strong></span><em>Contra as Vespas do Colégio Sagrada Família. rsrsrs. Seus uniformes são um nojo! Pareciam abelhas.. rsrsrsrsrs</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Meteoro123:</strong></span> <em>Como se chama teu time?</em></p>
<p><span style="color: #ff00ff;"><strong>Docinho14:</strong></span> <em>Somos os Gatos de Botas. Temos garras de tigres nos uniformes&#8230;São muito legais.</em><br />
<span style="color: #0000ff;"><strong><br />
Meteoro123:</strong></span> <em>Você joga no ataque?</em></p>
<p><span style="color: #ff00ff;"><strong>Docinho14:</strong></span> <em>Não, jogo na defesa. Tenho que sair. Tenho que fazer minha tarefa antes que cheguem meus pais. Não quero que fiquem<br />
bravos. Tchau!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>Meteoro123:</strong></span> <em>Falamos mais tarde. Tchau.</em></p>
<p>Entretanto <strong><span style="color: #0000ff;">Meteoro123 </span></strong>foi ao menu de membros e começou buscar sobre o perfil dela. Quando apareceu, copiou e imprimiu. Pegou uma caneta e anotou o que sabia de <strong><span style="color: #ff00ff;">Docinho</span></strong> até agora.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Seu nome: </strong>Tatiane</p>
<p><strong>Aniversário: </strong>Janeiro 3, 1993</p>
<p><strong>Idade: </strong>13</p>
<p><strong>Cidade onde vive:</strong> Santo Antônio da Platina, Estado do Paraná.</p>
<p><strong>Passatempos: </strong>vôlei , inglês, natação e passear nas lojas.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Além destas informações,<span style="text-decoration: underline;"> sabia que vivia em Santo Antônio da Platina porque lhe tinha contado recentemente</span>. <span style="text-decoration: underline;">Sabia que estava sozinha até as 6.30 PM todas as tardes até que os pais voltavam do trabalho</span>. <span style="text-decoration: underline;">Sabia que jogava vôlei nas quintas feiras de tarde com o time do colégio, os Gatos de Botas</span>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Seu numero favorito, o 4, estava estampado na sua jaqueta</span>. <span style="text-decoration: underline;">Sabia que estava na oitava série no colégio Sebastião Paraná</span>. <span style="color: #ff0000;"><strong>Ela tinha contado tudo em conversas online.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Agora tinha suficiente de informação para encontrá-la. Tatiane não contou a seus pais sobre o incidente ao voltar do parque. Não queria que brigassem com ela e que lhe impedissem voltar caminhando dos jogos de vôlei.</p>
<p>Os pais sempre exageram e os seus eram os piores. Ela teria gostado não ser filha única.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez, se tivesse irmãos seus pais não tivessem sido tão superprotetores. Na quinta feira, Tatiane já tinha esquecido que alguém a seguia. Seu jogo estava em plena ação, quando de repente, sentiu que alguém a observava. Então lembrou. Olhou desde sua posição e viu um homem observando-a de perto.</p>
<p style="text-align: justify;">Estava inclinado contra a cerca na arquibancada e sorriu quando o viu. Não parecia alguém de quem temer e rapidamente fugiu o medo que sentiu. Depois do jogo, ele sentou-se num dos bancos, enquanto ela falava com o treinador. Ela percebeu seu sorriso mais uma vez quando passou do lado.</p>
<p>Ele acenou com a cabeça e ela devolveu o sorriso.<span style="text-decoration: underline;"> Ele percebeu seu nome nas costas da camiseta.</span> <span style="color: #ff0000;"><strong>Sabia que a tinha achado.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Silenciosamente, caminhou numa distância certa atrás dela. Eram só umas quadras até a casa de Tatiane, quando viu onde morava voltou logo ao parque para procurar seu carro. Agora tinha que esperar. Decidiu comer algo até que chegou a hora de ir à casa de Tatiane. Foi a uma lanchonete e sentou até a hora de começar seu objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tatiane estava no seu quarto, mais tarde essa noite, quando ouviu vozes na sala. <em>“Tati, vem aqui!”</em>, chamou seu pai. Parecia perturbado e ela não imaginava o porquê. Entrou na sala e viu o homem do parque no sofá. <em>“Senta aí”</em>, começou seu pai,<em> “este senhor nos acaba de contar uma história muito interessante sobre você”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Tatiane sentou-se. Como poderia ele contar-lhes qualquer coisa? Nunca o tinha visto antes de hoje!</p>
<p><em>“Você sabe quem sou eu?”</em> perguntou o homem.</p>
<p><em>“Não‘”</em> respondeu Tatiane.</p>
<p><em>“Sou polícia e teu amigo do chat, Meteoro123”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Tatiane ficou pasmada.<em> “É impossível! Meteoro123 é um menino de minha<br />
idade! Tem 14. e mora em Minas Gerais !”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O homem sorriu.<em> “Sei que eu disse tudo isso, mas não era verdade. Veja, Tatiane, tem gente na internet que se faz passar por garotos; eu era um deles. Mas, enquanto alguns o fazem para machucar crianças e jovens e fazer dano, eu sou de um grupo de pais que o faz para proteger as crianças dos malfeitores. Vim te encontrar para te ensinar que é muito perigoso falar online. Você me contou o suficiente sobre você para eu te achar facilmente&#8230; Você me deu o nome da tua escola, do teu time e em que posição você joga”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">O número e teu nome na jaqueta fizeram com que eu te encontrasse rapidinho. Tatiane gelou.<em> “Você quer dizer que não mora em Minas Gerais?”</em>. Ele riu. <em>“Não, moro em Santo Antonio da Platina. Você se sentiu segura achando que morava longe, né?”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu tenho um amigo cuja filha era como você. Só que ela não teve tanta sorte. O cara a encontrou e a assassinou enquanto estava sozinha em sua casa. Ensina-se  as crianças e jovens a não dizer pra ninguém quando que eles estão sozinhos, porém contam isso o tempo todo pela internet. As pessoas maldosas te enganam para tirar informação daqui e de lá online. Antes que você saiba, você já lhes contou o suficiente para ele te achar sem você perceber. Espero que você tenha aprendido uma lição disto e que não o faças de novo. Conta a outros sobre isto para que também estejam seguros”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Prometo que vou contar!”.</em></p>
<p><strong>Essa noite, Tatiane e seus pais ajoelharam-se juntos e agradeceram a Deus por protegê-la do que poderia ter sido uma situação trágica&#8230;</strong></p>
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		<title>Fragmentos de Infância</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 20:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mudando de assunto]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
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		<category><![CDATA[galinha]]></category>
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		<description><![CDATA[Tudo é novidade, tudo é mágico! Na infância, o mundo se mostra colorido e brilhante. Ao mesmo tempo que algumas coisas nos assustam, outras nos vislumbram. Confiamos na proteção de nossos pais, os quais parecem ter o poder de nos proteger do pior monstro. Nós crescemos e dos acontecimentos na infância nos restam fragmentos de&#8230; <a class="continue_reading" href="http://luferdiz.com.br/2009/03/21/fragmentos-de-infancia/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tudo é novidade, tudo é mágico! Na infância, o mundo se mostra colorido e brilhante. Ao mesmo tempo que algumas coisas nos assustam, outras nos vislumbram. Confiamos na proteção de nossos pais, os quais parecem ter o poder de nos proteger do pior monstro. Nós crescemos e dos acontecimentos na infância nos restam fragmentos de lembrança. Neste post compartilho com vocês um fragmento da minha infância.</p>
<h4>As galinhas e o pedaço de carne</h4>
<p style="text-align: justify;">Não lembro que idade eu tinha, mas era bem pequeno, acredito que uns 3 anos. Minha mãe criava galinhas. No fundo do quintal tinha um galinheiro com telas de arame. Minha mãe estava almoçando e me deu um pedacinho de carne de boi. Peguei meu pedacinho e saí feliz, fui para o quintal olhar as galinhas. Havia galinhas vermelhas, brancas, entre outras. Havia também um galo. Eu gostava de olhar as galinhas, ver como ciscavam, como comiam, cacarejavam&#8230; Fiquei ali observando-as com o meu pedaço de carne na mão. Sem perceber aproximei-me bastante da tela. Uma galinha vendo a oportunidade meteu o bico pelo buraco da tela e saiu correndo com o pedaço de carne. Como é característico, correu para um canto do galinheiro, perseguida pelas outras que perceberam sua conquista. Ali devorou o meu único pedaço de carne. Corri para dentro choramingando para minha mãe:</p>
<p>- Mãe! A galinha me tomou.</p>
<p>- Porque você foi perto das galinhas. Agora não tem mais! Era o último pedaço! &#8211; advertiu-me minha mãe.</p>
<h4>Campeonato de Futebol</h4>
<p style="text-align: justify;">Eu gostava de brincar de futebol. Na verdade, eu mesmo não jogava futebol, mas meus feijões. Quando eu ajudava minha mãe a escolher feijão, eu sempre raptava alguns que seriam os jogadores para meus times. Ora eram os cariocas contra os pretos. Ora alguns branquelos contra os cariocas. Iam todos na carroceria da minha camionete cinza, de ferro. Chegando no local, acontecia o jogo. Mas, às vezes, para sair da rotina, eu provocava alguma briga entre os feijões (digo, os jogadores), ou então a camionete capotava na ida para o jogo. Fazia parte.</p>
<h4><em>E você? Tem algo a comentar de sua infância? Deixe o seu comentário.</em></h4>
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