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	<title>Lufer Diz &#187; amor ao próximo</title>
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		<title>Vivemos julgando as pessoas</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 21:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano Ferreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não costumo postar textos de outrem na íntegra. Mas achei muito bom este, dispensa meus comentários. Foi publicado no site da Ana Maria Braga. É de Letícia Thompson Como expectadores da vida alheia, julgamos diariamente os gestos e atitudes do nosso próximo. Quem diz que nunca julga, não é honesto consigo mesmo. Quando fazemos um&#8230; <a class="continue_reading" href="http://luferdiz.com.br/2009/02/26/vivemos-julgando-as-pessoas/">Continue lendo &#187;</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="t12 bld"><em>Não costumo postar textos de outrem na íntegra. Mas achei muito bom este, dispensa meus comentários. Foi publicado no site da </em><a href="http://anamariabraga.globo.com/mensagens.asp?id1=163&amp;cat1=50007" target="_blank"><em>Ana Maria Braga</em></a><em>. É de Letícia Thompson</em></div>
<p style="text-align: justify;">Como expectadores da vida alheia, julgamos diariamente os gestos e atitudes do nosso próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;">Quem diz que nunca julga, não é honesto consigo mesmo. Quando fazemos um comentário, qualquer que seja, estamos julgando. <br />
Cada vez que exprimimos uma opinião pessoal sobre alguma coisa, fato ou alguém, estabelecemos um julgamento, justo ou injusto.<br />
E quando somos nós o centro da platéia, pedimos clemência, tolerância, imploramos interiormente para que se coloquem no nosso lugar e tentem entender nossas ações ou reações. <br />
Colocar-se no lugar do outro para entendê-lo, seria entrar no seu coração e alma, sentir suas emoções, vestir sua pele. Impossível&#8230; <br />
Cada um de nós é único e mesmo aquelas pessoas que mais amamos não nos transferem suas dores tais e quais. Sentimos sim, quando sofrem, mas por nós, porque nossa própria alma se entristece.</p>
<p>Deveríamos, todos, possuir um espelho da alma, para que pudéssemos nos olhar interiormente antes de julgarmos outras pessoas. Sentiríamos, provavelmente, vergonha dos nossos pensamentos. Por que nosso próximo é tão exposto às imperfeições, falhas, pecados, más ou boas decisões, quanto nós. <br />
Se houvesse uma câmera capaz de revelar aos outros nossos pensamentos diários, iríamos estar sempre fugindo dela&#8230; Por quê? <br />
Porque ante a possibilidade de que seja revelado nosso eu, seríamos muito mais honestos conosco. Isso nos tornaria, talvez, mais tolerantes e mais humildes.</p>
<p>Quando alguém sofre porque está atravessando por um caminho pedregoso, dói nessa pessoa não somente a passagem por esse caminho, mas também o olhar dos outros, que condenam sem piedade, as línguas ferem mais profundamente que facas e punhais.</p>
<p>As pessoas se esquecem facilmente que tiveram um passado que, mesmo se correto, nunca foi um lago de água transparente, porque puras, só as criancinhas&#8230; <br />
E ninguém pode dizer o que virá amanhã, se houver amanhã.</p>
<p>Ninguém está ao abrigo das chuvas repentinas da vida, das torrentes que podem levar tudo, dos males que podem atingir o corpo e, às vezes, a mente. <br />
Apenas um minuto e tudo pode se transformar. <br />
Então&#8230; Melhor exercer a tolerância, a bondade, a compaixão, antes de julgarmos se outros estão certos ou errados, se têm ou não razão.</p>
<p>E quando a tentação for grande de olhar o que se passa com outros, bom mesmo é se lembrar do espelho que deveria retratar nossa imagem interior que pediria, certamente, compreensão.</p>
<p>E como não sabemos o que o amanhã nos reserva, vivamos o dia de hoje com sabedoria, coração amoroso para com o próximo e olhar voltado para o alto.</p></div>
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