Vivo informática, dependo da informática. Meu primeiro contato com a informática foi com o velho Windows 3.11, isso em um curso básico de informática que fiz nos anos 90. Depois conheci o 95, mas trabalhei bastante mesmo foi com o Windows 98 em meu Pentium MMX 200. Naquela época se ouvia pouco de Linux e o que a gente sabia é que era um “monstro”, quase impossível de conquistar.
Alguns anos depois surgiu o Windows XP, demorei para aderir ao novo sistema, pois as máquinas das quais eu dispunha não eram capaz de rodar bem aquele belo e formoso Windows. Naqueles anos, comecei a ouvir mais de Linux, acho que pelo fato de em 2003 surgir o Kurumin, versão do Linux voltada para Desktops. O sistema prometia rodar direto do CD. Ou seja, nós não teríamos todo aquele trabalhão para instalar um sistema só para testar. Era um encorajamento para conhecer o “monstro”, agora estávamos descobrindo que na verdade era um “pinguim indígena“. A partir daí tomei conhecimento de outras distribuições Linux e começava a gostar da filosofia por trás do Sistema. Apesar de tudo, muito pouco usei do Kurumin ou de qualquer outra distribuição Linux.
Um tempo depois eu tomava conhecimento de que o Governo do Paraná estava, através da CELEPAR, adotando a tecnologia do Software Livre. Nesta altura, eu já conhecia o BrOffice e sabia que este podia perfeitamente substituir o Microsoft Office. Um professora do Estado me procurou, pois precisava aprender o Office utilizado nas escolas. Não sou de recusar desafios na informática, então, foi minha primeira aluna de BrOffice. Quase um ano depois, mas precisamente no mês passado, outras duas professoras procuraram a empresa que trabalho buscando conhecer mais o Linux.
Para me preparar a fim de ensiná-las mais adequadamente procurei conhecer o que o Estado utilizava em termos de distribuição Linux e descobri que parece que há diversas. Descobri uma distribuição da CELEPAR denominada PARANÁ DESKTOP. Instalei em meu computador e comecei a utiliza-la. Não é uma distribuição com muitos programas instalados, mas com o principal, necessário dentro de um ambiente escolar do Estado (BrOffice, Gravador de CD/DVD, Editor de Imagens, etc). Usa a interface gráfica GNOME. Aliás, acredito que as várias distribuições adotadas pelo Estado do Paraná têm em comum o GNOME
Todos estes acontecimento reavivaram a minha sede por Linux e fui procurar o velho “pinguim indígena“, mas descobri que o tal Kurumin teve sua descendência encerrada na face da informática. A última versão foi a versão 7 e foi descontinuado no início de 2008. Na minha busca pelo Pinguim descobri um chamado UBUNTU. UBUNTU está na versão 9.04, voltado para desktops, notebooks e servidores. Segundo o site da comunidade UBUNTU, a cada 6 meses uma nova versão é lançada, porém durante 18 meses são fornecidas as atualizações de segurança para a versão. Isso tudo de forma gratuita e livre.
Instalei o UBUNTU 9.04 e estou utilizando, pretendo a partir de agora me tornar menos dependente dos softwares pagos. Em um próximo post estarei falando mais do UBUNTU, das vantagens de utilizar Software Livre e até que ponto eles atendem à minha necessidade.
Deixo para vocês alguns links sobre o UBUNTU:
Download UBUNTU 9.04
Ubuntu Home Page
Comunidade no Orkut
Fórum Ubuntu
“Eu sou o que sou por causa do que nós todos somos!”
Softwares
linux, ubuntu
Disseram…